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10 de mar. de 2017

Karma to Burn (1997)

O álbum de estreia do Karma To Burn é um caso único na discografia da banda: é o único que conta com um vocalista em (quase) todas as músicas. Sou da opinião que o Karma to Burn é a melhor banda instrumental do Rock DO MUNDO INTEIRO, mas este play está entre meus favoritos do trio.
Em 1997 o Karma To Burn assinou com a Roadrunner Records para lançar seu primeiro álbum, entraram no estúdio e o gravaram. Ele estava pronto com suas 12 músicas já até masterizadas quando os engravatados da gravadora decidiram que só iam lançar o play se alguém gravasse vocais nele. Apesar de muito puto, o guitarrista William Mecum pediu para seu amigo Jason Jarosz virar o vocalista da banda. Ele topou, rapidamente entrou num estúdio e gravou os vocais para o albúm. Não bastando isso, o KTB convidou Octavia Lambertis para adicionar mais algumas vozes na excelente Bobbi Bobbi Bobbi - I'm Not God. Depois de lançar o álbum, Jarosz deixa a banda assim que a turnê do disco termina.
Apesar dessa ser a história deste play, ouvindo ele fica dificil de acreditar que estas músicas não foram planejadas com um vocalista. Os vocais de Jarosz me lembram o Godsmack e por incrível que pareça eles funcionam muito bem com a mistura de Kyuss com ZZ Top do Karma To Burn.
Para os fãs do Karma é indispensável. Para aqueles que nunca conseguiram gostar do trio, vale a pena dar uma chance para este quarteto.
1. Ma petite mort (4:10)
2. Bobbi Bobbi Bobbi - I'm Not God (3:00)
3. Patty Hearst's Closet Mantra (5:13)
4. Mt. Penetrator (4:27)
5. Eight (4:39)
6. Appalachian Woman (3:51)
7. Twenty Four Hours (5:02)
8. Six-Gun Suckerpunch (4:11)
9. Thirteen (3:49)
10. (Waltz of the) Playboy Pallbearers (3:38)
11. Twin Sisters and Half a Bottle of Bourbon (3:57)
12. Six (14:05)

24 de out. de 2016

Karma To Burn - Mountain Czar (2016)

O Karma To Burn aumentou sua bela discografia em 2016 com o EP Mountin Czar. das cinco faixas do play, com exceção da abertura com Sixty-Two, o trio resolveu pisar fundo no acelerador e deixar claro a influencia dos ZZ Top no Stoner Rock que o Karma to Burn vem fazendo a vinte anos.
Os destaques ficam com Sixty-One e Uccidendo Un Sogno, que é uma versão de Running Down A Dream do Tom Petty & the Heartbreakers cantada em italiana por Stefanie Savy e com um solo de guitarra de Manuel Bissing!
1. Sixty-Two (4:48)
2. Sixty-One (4:37)
3. Sixty (4:04)
4. Uccidendo Un Sogno [Tom Petty & the Heartbreakers cover] (4:33)  
5. Sixty-Three (5:43)

23 de nov. de 2015

Karma to Burn - Wild Wonderful Purgatory (1999)

Wild Wonderful Purgatory é o segundo álbum de estúdio do Karma to Burn e o primeiro da banda como ela realmente é, pois ao contrário de seu antecessor, que a gravadora Roadrunner Records obrigou a banda a adicionar um vocalista, aqui todas as músicas são instrumentais.
São doze faixas colossais com um mar de Riffs e Jams. Arrisco a dize que de todos os discos do Karma To Burn, esse é o que o guitarrista William Mecum conseguiu seus melhores timbres.
Os destaques ficam com Twenty, Eight e principalmente Thirty Two!

1. Twenty (3:30)
2. Twenty Eight (4:22)
3. Thirty (3:26)
4. Thirty One (5:23)
5. Twenty Nine (3:02)
6. Thirty Two (5:00)
7. Twenty Five (4:39)
8. Twenty Six (4:12)
9. One (4:05)
10. Three (3:57)
11. Seven (4:39)
12. Eight (4:44)

30 de jun. de 2015

Karma to Burn - Dynamo Open Air (1997)

Em 2007, o Karma To Burn lançou um box chamado Mountain Mama's que trazia os três discos que a banda havia lançado até então com várias faixas bônus. Posto hoje as faixas do disco Almost Heathen (2001) que foram gravados no Dynamo Open Air em 1997. São apenas seis faixas que somam mais ou menos meia hora de música, mas a qualidade do audio é boa e a pilha de Riffs com certeza agradara os amantes de um bom Stoner Rock!
One
Three
Twenty Two
Seven
Eight
Six

21 de abr. de 2015

Karma To Burn (2013)

E a dose diária de Riffs de hoje traz Karma to Burn! Lançado em 2013 em uma edição limitada de 500 cópias, este EP traz três faixas novas e três regravações. Apesar de ser um play curto, este EP mostra bem a capacidade do Karma To Burn de explorar diferentes áreas com seu som.
Das até então inéditas destaco sem pensar duas vezes a excelente Space Tune. Das regravações, minha favorita é Forty Two.
1. Fifty Three
2. Fifity Four
3. Space Tune
4. Forty One
5. Forty Two
6. Forty Seven

12 de jan. de 2015

Karma to Burn - Almost Heathen (2001)

O Karma To Burn é um trio instrumental de Stoner Rock absurdamente pesado. Essa é a melhor definição possível. O terceiro disco da banda (e segundo inteiramente instrumental) Almost Heathen de 2001 traz o trio que na época era formado por Rich Mullins no baixo, Rob Oswald (Nebula) na bateria e William Mecum na guitarra (é claro).
Como o disco é inteiramente instrumental, temos o que esperamos dele: uma coleção extensa de Riffs que não se tornam entediantes. Os destaques ficam para as faixas Nineteen, Thirty Four, Thirty Six e Five.
1. Nineteen (4:01)
2. Thirty Eight (5:50)
3. Thirty Four (4:12)
4. Thirty Seven (5:19)
5. Thirty Nine (5:34)
6. Thirty Six (4:28)
7. Thirty Three (4:50)
8. Thirty Five (5:14)
9. Five (4:50)
10. Forty (3:39)